quarta-feira, 27 de outubro de 2010

NÃO PERMANEÇA NA PLANÍCIE escrito por Ana Cortez


Todos nós não devemos e nem deveríamos permanecer na planície. Temos que buscar as coisas do alto, buscando as coisas boas como diz Pe. Léo.  Mesmo difícil, mesmo tudo sendo cansativo, não devemos parar, pois a estrada da nossa vida é muito longa para que possamos ficar estáticos. Uma bicicleta, por exemplo, se seu condutor para de pedalar, ela cai, pois seu equilíbrio é o seu movimento e assim ocorre conosco. E meu amigo e minha amiga, a vida tem que ter propósito. Como diz Pe. Fábio de Melo: “Não importa quantas vezes nós vamos à missa mais sim quantas vezes a missa não saiu de você”. Nesse sentido é necessário salientar que não é participar ou não de um movimento ou um grupo de oração que vai determinar se eu sou de Deus ou não, se eu estou em oração ou não, se eu vou errar ou não, pois o errar não deveria definir a sua ou a nossa fé naquele que anunciamos que é Jesus Cristo. Precisamos deixar a vida do outro de lado e olhar mais a nossa. Devemos olhar o outro com olhos santos e acreditar na mudança do outro, pois deveríamos acreditar na mudança do outro assim como nós acreditamos na nossa.


Ana Cortez, 23 de outubro de 2010.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

SETEMBRO - MÊS DA BÍBLIA



Paróquia Senhor Bom Jesus do Bonfim
Viçosa-Al

A Bíblia Sagrada é a Palavra de Deus. É a revelação de Deus aos homens. É nela que se pode entender a natureza do Criador e sua vontade. Foi escrita num período aproximadamente de 1.500 anos, por autores distintos: Escribas, Sacerdotes, Reis, Profetas e Poetas inspirados por Deus. Os textos foram traduzidos e copiados de geração para geração em diversos idiomas, tais como: Hebraico, Aramaico e Grego; até chegar a nós. A Bíblia Católica é a única que contém 73 livros. É dividida em Antigo Testamento (AT) com 46 livros e Novo Testamento (NT) com 27 livros.
Ler a Bíblia é fundamental para ouvir o mesmo Deus que falou ontem fala hoje, na diversidade da vida humana, nas experiências das pessoas e das comunidades. A Palavra de Deus transforma aquele que a lê e se apropria de suas promessas.

Livro do Profeta Jonas

O livro do Profeta Jonas é divido em 04 partes:
1º cap. Jonas rebelde à sua missão;
2º cap. Jonas salvo;
3º cap. Conversão de Nínive e perdão divino;
4º cap. Desgosto do profeta e resposta divina.

Contexto histórico
Os assírios pagãos, inimigos de Israel de longa data, eram uma força dominante entre os antigos nos anos de 885 a 665 aC. Relatos do Antigo Testamento descrevem seus saques contra Israel e Judá, onde eles destruíam a tudo que viam pela frente, matando homens, mulheres e crianças e aqueles que sobreviviam eram conduzidos para o cativeiro longe de sua terra.

Datação e Autoria da carta
As questões da data e autoria de Jonas estão profundamente relacionadas. Se Jonas escreveu o Livro seria, obviamente, datado durante o reinado de Jeroboão II, no início do séc. VIII, cerca de 793 a 753 aC. Se um narrador escreveu o livro, poderia ter sido escrito em qualquer tempo depois do acontecimento descrito nele.
Dentre aqueles que sustentam outro autor, que não seja Jonas, alguns datam o livro na segunda metade do séc. VIII ou no início do século VII, baseado nas datas pós-exílica, após a destruição de Nínive em 612 aC. Ou seja, entre 760 aC ou após 612 aC.

Objetivo da carta
O escrito traz como ponto fundante a mensagem para a cidade de Nínive, terra dos assírios, mensagem esta de um chamado ao arrependimento e uma promessa de misericórdia, caso eles (assírios) respondam positivamente. A cidade de Nínive abrigava mais de 120 mil pessoas; essa era a preocupação de Deus.

Questão social
O povo de Israel vivia uma situação de pobreza, de miséria, de penúria, onde o Império Assírio aumentava os tributos para se fortalecer e com isso comprar armamento para dominar a força as terras desejadas por eles.

Questão econômica
Em Israel toda a economia girava em torno da agricultura, da criação de caprino, na sua grande maioria o povo sobrevivia de forma humilde.

Questão religiosa
O autor reage contra o particularismo sócio-religioso muito aceito na época de Neemias e Esdras, mostrando os desígnios de salvação que Deus tem para com os pagãos, mesmo que sejam inimigos de Israel, ao enviar-lhes um pregador. Rompendo assim com esse particularismo, no livro todos são chamados para a salvação desejada por Deus.

Mensagem atualizada
O livro termina com a pergunta: "E eu não terei pena de Nínive?". Esta questão foi um desafio para todos os ouvintes do tempo de Jonas. E continua em aberto, exigindo uma resposta de quem lê a história. Que a narrativa de Jonas possa trazer novas luzes para a nossa vida pessoal e dos nossos grupos de reflexão bíblica e comunidades. Superar preconceitos é um processo para a vida inteira, a cada dia somos desafiados. Que o Deus da ternura e da misericórdia, que o livro de Jonas nos apresenta, ajude-nos a percorrer este caminho novo buscando uma sincera e imediata CONVERSÃO.


Diácono Luciano Soares

Bibliografias

MORA, Vicent. Jonas: Cadernos bíblicos. Ed. Paulinas, 1983.
VIRGULIN, Stefano. Introdução à Bíblia. Ed. Vozes, 1978

TODO ARDOR E DOR TÊM QUE EXISTIR UMA PITADINHA DE AMOR



Todo pensamento só se faz um bom pensamento quando se é pensado sem dor. Quando se obtêm uma dor, todo bom pensamento, pensamento bom se vai embora  com a dor, e toda dor toma conta de todo pensamento bom. Se todo pensamento bom se ele  é feito, planejado com amor, quando tomado pela dor, se desfaz, se desmancha, se desmancha sem amor  somente com a dor e ardor nas ondas do oceano. E o sonho de sonhar de novo vira só mais uma interrogação. Será que vale apena sonhar mais um sonho?
O pensar bom, já não é bom;
O pensar bom, vira mil interrogações que nem
o amor teria as respostas pois quando pensamos que temos e conseguimos todas as respostas vem o tempo  e muda todas as perguntas.
Pois o amor não é e nem serve para responder nada;
O amor não serve para se entender ou compreender;
O amor serve apenas para sentir amar, e amar, e amar, e amar, mesmo que sem conseguir entender com o ardor da dor o pensar com amor se esquece a dor.
E mesmo o pensar bom com o ardor da dor, quando se têm amor a dor do ardor ou o ardor da dor, não importa mais pois mesmo desmanchando todo pensamento bom com amor tudo se é montado e construido novamente.
Em todo fim se tem um recomeço e vale a pena sim sonhar mais um sonho. Um sonho bem sonhado não paga.
                                                                    Ana Cortez e Bruno Ferreira
                                                                                   ADM. WWW.COMJESUSEUVOU.COM

O CHAMADO...



Para tudo e com tudo, e todos, se têm um chamado, chamado por mim, chamado por você, até mesmo chamado próprio.
Tudo tem um chamado, muitos gostam de serem chamados com carinho, outros pelo seu nome de batismo. Mas na verdade não é esse o chamado a qual tanto falo e sim o chamado a vender sonhos, um chamado a ser livre como a brisa leve que bate em nossos rostos. O chamado de vender seus sonhos vender suas idéias.
Chamado de venda, venda a qual não se trata de comércio, mas sim uma venda especial uma venda de sonhos. Venda com pitadas de amor, pitadas de carinho, pitadas de compaixão, misericórdia, compreensão, entendimento para com o outro, venda a qual loja nenhuma teria ou conseguiria vender.
Vender sonhos, quando na verdade sonhos não se compram, quando na verdade o vender  sonhos se trata de se relacionar com o outro. Quando na verdade o vender seu sonho é simplesmente não só esquecer seu passado mais ir muito além daquilo que as pessoas vêem e acham que você seja, pois é se libertar do que nos prende no nosso presente.
                                                                
 Ana Cortez e Bruno Ferreira

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