Todos nós não devemos e nem deveríamos permanecer na planície. Temos que buscar as coisas do alto, buscando as coisas boas como diz Pe. Léo. Mesmo difícil, mesmo tudo sendo cansativo, não devemos parar, pois a estrada da nossa vida é muito longa para que possamos ficar estáticos. Uma bicicleta, por exemplo, se seu condutor para de pedalar, ela cai, pois seu equilíbrio é o seu movimento e assim ocorre conosco. E meu amigo e minha amiga, a vida tem que ter propósito. Como diz Pe. Fábio de Melo: “Não importa quantas vezes nós vamos à missa mais sim quantas vezes a missa não saiu de você”. Nesse sentido é necessário salientar que não é participar ou não de um movimento ou um grupo de oração que vai determinar se eu sou de Deus ou não, se eu estou em oração ou não, se eu vou errar ou não, pois o errar não deveria definir a sua ou a nossa fé naquele que anunciamos que é Jesus Cristo. Precisamos deixar a vida do outro de lado e olhar mais a nossa. Devemos olhar o outro com olhos santos e acreditar na mudança do outro, pois deveríamos acreditar na mudança do outro assim como nós acreditamos na nossa.
Ana Cortez, 23 de outubro de 2010.
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